Um ponto que sempre me chamou atenção através de experiências de trabalho que tive foi a insatisfação constante do corpo funcional com relação à pressão sofrida na Empresa onde desenvolviam seu trabalho.
Não é raro ouvirmos de amigos, parentes e até mesmo conhecidos que trabalham nas mais distintas Empresas desabafos como: “não agüento mais a pressão da Empresa em que trabalho”, ou “meu chefe me pressiona muito”, ou ainda “já chega! não sou escravo sou um funcionário que trabalha e tem limites”. Mas até que ponto esses argumentos são favoráveis?
Mediante esse não esclarecimento prático do que é Pressão Empresarial fiz questão de buscar fontes válidas para dividi-la em três níveis:
1- Pressão Funcional – é aquela exercida no dia-a-dia e que sempre fará parte da vida do funcionário de maneira que se têm metas a cumprir (e são possíveis o cumprimento dessas metas). É necessário se enquadrar ao sistema e chegar onde é devido mesmo que para isso seja preciso cobranças constantes, ou seja “se meus colegas de trabalho tem alcançado as metas eu também posso só preciso me esforçar um pouco mais”. O alcance desses alvos trás amadurecimento para o funcionário.
2- Pressão para superação– é aquela que é apresentada para que os indivíduos amadureçam seu trabalho e consigam ir um pouco além (óbvio que sempre em seu limite), ou como diz o velho ditado “a necessidade faz o homem”, neste caso eu diria: “a necessidade traz superação ao homem”.
3- Pressão Negativa – é aquela exercida meramente por capricho da organização que acredita que o ser humano não tem limites físicos, psicológicos ou biológicos. Desta maneira pressiona até o individuo gritar: “não consigo ir além disso já chega”. As características de indivíduos que trabalham mediante esse clima é de stress e insatisfações constantes, portanto não espere que aqueles enquadrados neste nível vistam a camisa da organização ou andem motivados.
Frederick W. Taylor combateu com todas as forças um ponto que ele chamava de “a vadiagem no trabalho”, isto é todo departamento deve ter seu carrasco para que as metas sejam alcançadas e o trabalho cumprido. Acredito que a Empresa de Taylor sabia muito bem como pressionar um funcionário o que entra em pauta é até que ponto a pressão era válida? Ou melhor, em quais níveis Taylor apresentava seu trabalho? Particularmente acredito que Taylor andava de elevador nos três níveis citados acima passando por eles sempre que fosse necessário.
Não quero entrar em temas como motivação para alegar que a pressão não é válida ou que as Empresas precisam se conscientizar não é essa a proposta e não quero quebrar o que estou apresentando, simplesmente trago nesse artigo uma fonte questionadora para funcionários, supervisores, gerentes e diretores desafie cada um a se enquadrar nos níveis apresentados avalie sua posição na Empresa e a posição da Empresa em você, seja coerente e racional a pressão é válida sim (a depender do nível), mais um funcionário sob pressão negativa equivale a uma bomba cronometrada e mais cedo ou mais tarde ele explode e acreditem a desmotivação infelizmente é contagiosa e pode romper todo um trabalho eficiente motivador e muito bem estruturado.
Muito bom este;relato.
ResponderExcluirParabêns.